Categoria: Diversos


Complexo de Édipo – Manifestação de internauta


Após assistir ao video “Complexo de Édipo – Natureza Humana, com Francisco Daudt” e exercitar seu aprendizado, o internauta enviou a seguinte reflexão:

Internauta: Cara, ontem eu estava em casa e tive a curiosidade de ver algo sobre o interessantíssimo Freud, por conta que li algo sobre complexo de Édipo e procurei no youtube sobre, me deparando com este vídeo que fez com que eu acreditasse que os pais devem criar/educar os filhos para viver pro mundo e não para serem dependentes. hoje vim aqui postar este comentário por conta que passei uma vergonha com a família da minha namorada, pois comentei que o complexo de Édipo era exatamente isto. e segundo a teoria de Freud. ele diz: Resultado de imagem para complexo de édipowww.psicologiafree.com O termo Complexo de Édipo criado por Freud e inspirado na tragédia grega Édipo Rei designa o conjunto de desejos amorosos e hostis que o menino enquanto ainda criança experimenta com relação a sua mãe. O fenômeno psíquico também ocorre nas meninas com relação ao pai, mas a este se dá o nome de Complexo de Electra. difícil confiar nesses conteúdos sem pesquisar mais afundo sobre.. ôh vergonha!

Francisco Daudt: Prezado Internauta , a família de sua namorada está certa… e você também! O que acontece é que eles sabem a versão original da concepção de Freud do complexo de Édipo, uma coisa que era bem do século XIX, mãe grudada no filho e falando mal do pai para ele, o filho se sentindo poderoso defensor dela é inimigo do pai (Freud nunca falou em complexo de Electra, achava que o Édipo dava conta dos dois gêneros). O que você viu no vídeo é uma consequência lógica desse achado de Freud: os pais podem influenciar na saúde psíquica dos filhos se os protegerem demais, ou se os desprotegerem demais, a equação ninho/voo. Hoje não tem muito sentido em falar nos filhos apaixonados por suas mães e rivais dos pais, POR CAUSA MESMO DO FREUD. Mas isso não significa que o complexo de Édipo seja coisa do passado, infelizmente…


Novo livro “A Natureza Humana Existe”


Convite: 6 de agosto no Leblon


Palestra na ABL

Senhores,

É com grande prazer que me encontro abrigado nesta casa, acolhido por fantasmas queridos, e por viventes que admiro. Vejo lá atrás meu amigo e parceiro Carlos Sussekind de Mendonça e me sinto abençoado por seu avô, fundador da Academia, Lucio de Mendonça;

Morador do Cosme Velho, fui amigo de D. Marília Pougi, que, menina, acompanhava sua mãe no bonde, ela, a mãe, entretendo uma conversa interminável com um senhor de barbas brancas, que, mesmo morando antes de sua casa, fazia questão de acompanhá-la até depois do rodo do bonde para que a prosa não se interrompesse. Era ele mesmo: Joaquim Maria Machado de Assis. Leia Mais


A Obesidade Mórbida Mora Na Alma

Artigo Encomendado

Antes de mais nada quero dizer que fui convidado para comentar o drama que envolve o antes e o depois do tratamento cirúrgico da obesidade mórbida sem nunca ter feito parte de qualquer equipe multidisciplinar que tratasse do assunto, sem ser qualquer espécie de especialista na doença. Minhas credenciais se resumem ao fato de ser um psicanalista admirado por quem me convidou (um ilustre portador da doença, operado) pelo fato de me debruçar com humildade, carinho, vontade de entender e perseverança sobre o que há de mais complexo sobre a face da terra, a mente humana, e também por, sendo eu mesmo um eterno candidato à obesidade mórbida, ter sentido na pele o que ela é, além de haver tratado alguns pacientes com essa e com doenças semelhantes. Isto posto, vamos lá. Leia Mais


Centenário (Texto em homenagem a Fabio Penna da Veiga)

Dr. Fabio,

“A alcantácea túrcupe emana, cingindo, púcara, os zimbóreos de Altamana”.

Assim começavam os bons discursos na época em que você nasceu. Mas os tempos são outros (graças a Deus), de modo que o meu discurso não é desses. Então vamos lá:

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Encanto e delicadeza

Contracapa do CD do violonista Willians Pereira

Música é o que de mais próximo conheci (entendi, percebi, senti) do conceito de místico, que, de resto, me escapa. Escrever sobre música é um ato estranho, lembra-me o que um amigo disse ao ler uma vasta explicação sobre um quadro: “Arte não precisa de bula”. Leia Mais